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Self-Serve Motion: como transformar dados de movimento em métricas acionáveis

Self-Serve Motion combina captura de movimento em canais físicos e digitais com interfaces de autoatendimento orientadas a dados. Essa abordagem une sensores, logs de interação e portais self‑service para entregar decisões em tempo real. O problema comum é transformar sinais brutos de movimento em métricas confiáveis e acionáveis sem expor privacidade nem sobrecarregar times de dados. Neste artigo apresento um caminho prático: por que priorizar Self‑Serve Motion, qual arquitetura técnica implantar, quais KPIs acompanhar, fluxos operacionais do dado ao insight, casos de uso com ROI e um roteiro de piloto em oito passos. A leitura é projetada para equipes de Dados e Análise que precisam executar um projeto com metas claras e métricas de aceitação.

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Dionatha Rodrigues

Dionatha é bacharel em Sistemas de Informação e especialista em Martech, com mais de 17 anos de experiência na integração de Marketing e Tecnologia para impulsionar negócios, equipes e profissionais a compreenderem e otimizarem as operações de marketing digital e tecnologia. Sua expertise técnica abrange áreas-chave como SEO técnico, Analytics, CRM, Chatbots, CRO (Conversion Rate Optimization) e automação de processos.

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