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Decodificador e identificador de hash (MD5, SHA…)

Gere hashes MD5 e SHA, descubra o tipo de um hash, procure o texto original numa lista de senhas e palavras comuns e decodifique Base64, hexadecimal e JWT.

Decodificador e identificador de hash (MD5, SHA…)

Gere hashes MD5 e SHA, descubra que tipo de hash é um código, procure o texto original numa lista de valores conhecidos e decodifique Base64, hexadecimal, JWT e outras codificações.

Tudo acontece no seu navegador: nenhum texto, hash, arquivo ou lista sai do seu computador nem fica salvo. Só as opções escolhidas ficam guardadas neste navegador.

Hash não se "descriptografa". Ele é uma impressão digital de mão única: do texto sai o hash, mas do hash não sai o texto. O que dá para fazer é identificar o tipo e comparar com hashes de textos conhecidos, como esta ferramenta faz.

O texto vira bytes UTF-8 antes do hash. Um espaço ou uma quebra de linha a mais muda o hash inteiro.

Ou um arquivo (até 100 MB)

Como funciona

Hash, codificação e criptografia não são a mesma coisa

  • Hash (MD5, SHA-1, SHA-256): resumo de tamanho fixo e de mão única. O mesmo texto sempre dá o mesmo hash; qualquer mudança mínima muda tudo. Serve para conferir integridade de arquivos e comparar dados sem guardar o original.
  • Codificação (Base64, hexadecimal, URL-encode): outra forma de escrever o mesmo conteúdo. Qualquer um desfaz, sem chave.
  • Criptografia (AES, RSA): esconde o conteúdo e só quem tem a chave volta ao original.

Como cada função trabalha

  • Gerar: SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 usam a Web Crypto do próprio navegador. O MD5 usa uma implementação em JavaScript conferida com vetores oficiais (RFC 1321) e com o hashlib do Python.
  • Identificar: o tipo sai do formato (prefixos como $2b$ do bcrypt e $argon2id$) e do tamanho em hexadecimal. Tamanho igual não garante o tipo: MD5 e NTLM têm 32 caracteres, SHA-256 e SHA3-256 têm 64.
  • Procurar o original: a ferramenta calcula o hash de cada texto de uma lista (a embutida, com senhas e palavras comuns em português, e a sua) e compara. Achou: o texto era fraco e conhecido. Não achou: só quer dizer que ele não está na lista.
  • Decodificar: a detecção automática testa, em ordem, JWT, binário, hexadecimal, URL-encode, entidades HTML e Base64. ROT13 e César precisam ser escolhidos à mão.

Segurança: por que MD5 e SHA-1 não servem para senha

  • MD5 e SHA-1 têm colisões conhecidas (dois arquivos diferentes com o mesmo hash) e não devem ser usados para assinatura ou certificado.
  • Para senha, o problema é a velocidade: MD5 e SHA são feitos para ser rápidos, e uma placa de vídeo testa bilhões de palpites por segundo. Senhas comuns caem em segundos, como a busca nesta ferramenta mostra.
  • Guarde senhas com um algoritmo lento e com sal: Argon2id (recomendado pela OWASP), bcrypt (custo 10 ou mais) ou scrypt. Cada senha ganha um sal aleatório, então senhas iguais geram hashes diferentes.
  • Para integridade de arquivos, prefira SHA-256 ou SHA-512. Para mensagens autenticadas, use HMAC com uma chave secreta.

Para ir além

Decodificador e identificador de hash (MD5, SHA…)

Ferramenta gratuita e honesta sobre hash: gera MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 de textos e arquivos, identifica o tipo provável de um hash (MD5, SHA, bcrypt, Argon2, crypt), compara o hash com milhares de senhas e palavras comuns em português e com a sua lista, e decodifica Base64, hexadecimal, URL-encode, entidades HTML, ROT13, César, binário e JWT. Tudo no navegador.

Hash não se “descriptografa”. MD5, SHA-1 e SHA-256 são funções de mão única: do texto sai o hash, mas do hash não sai o texto. O que dá para fazer, e esta ferramenta faz, é gerar hashes, identificar o tipo provável de um hash e comparar com hashes de textos conhecidos, como senhas comuns. Ela também decodifica codificações, que ao contrário do hash são reversíveis. Tudo roda no seu navegador.

Como usar

  • Gerar hash: digite um texto ou arraste um arquivo de até 100 MB e veja MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 em hexadecimal minúsculo, maiúsculo ou Base64. Cole o hash publicado por um site para conferir se o download veio íntegro. Exporte em CSV.
  • Identificar hash: cole o código e veja os tipos prováveis, com explicação e se ele serve para guardar senha.
  • Procurar o original: cole um hash MD5, SHA-1 ou SHA-256. A ferramenta compara com uma lista embutida de mais de 20 mil senhas e palavras comuns em português e com a sua própria lista.
  • Decodificar codificações: cole Base64, Base64URL, hexadecimal, URL-encode, entidades HTML, ROT13, César, binário ou um token JWT. A detecção automática descobre o formato.

Como funciona

SHA-1 e a família SHA-2 usam a Web Crypto do próprio navegador. O MD5 usa uma implementação em JavaScript conferida com os vetores oficiais da RFC 1321 e com o hashlib do Python. O texto é convertido em bytes UTF-8 antes do hash, por isso um espaço ou uma quebra de linha a mais muda o resultado inteiro.

A identificação olha o formato (prefixos como $2b$ do bcrypt e $argon2id$) e o tamanho: 32 caracteres hexadecimais podem ser MD5 ou NTLM, 64 podem ser SHA-256 ou SHA3-256. A busca calcula o hash de cada texto da lista e compara, em lotes, sem travar a página. No JWT, a ferramenta mostra cabeçalho e conteúdo e converte as datas exp, iat e nbf para o horário do seu computador, em dd/mm/aaaa, mas não verifica a assinatura.

Exemplos

  • MD5(“”) = d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e e MD5(“abc”) = 900150983cd24fb0d6963f7d28e17f72.
  • SHA-256(“abc”) = ba7816bf8f01cfea414140de5dae2223b00361a396177a9cb410ff61f20015ad.
  • 5f4dcc3b5aa765d61d8327deb882cf99 é identificado como MD5 provável e a busca acha “password” na lista embutida.
  • Um hash que começa com $2b$12$ é bcrypt com custo 12: tem sal e não aparece em listas prontas.

Por que MD5 e SHA-1 não servem para senha

MD5 e SHA-1 têm colisões conhecidas e são rápidos demais: uma placa de vídeo testa bilhões de palpites por segundo, então senhas comuns caem em segundos. Para guardar senhas, use um algoritmo lento e com sal: Argon2id (recomendado pela OWASP), bcrypt com custo 10 ou mais, ou scrypt. Para integridade de arquivos, prefira SHA-256 ou SHA-512.

Limites

  • A busca só acha textos que estão nas listas. Não encontrar não prova que a senha é forte nem “reverte” o hash.
  • Use para verificar e auditar os seus próprios dados, nunca para descobrir a senha de outras pessoas.
  • Arquivos de até 100 MB e listas próprias de até 100.000 linhas.
  • Nenhum serviço externo de “rainbow table” é consultado: nada sai do seu navegador.

Fontes oficiais

Para codificar textos e transformar imagens em data URI, use o codificador e decodificador Base64. Se uma senha sua apareceu no dicionário, troque por uma gerada no gerador de senhas.

Perguntas frequentes

Não. Hash é de mão única: não existe chave nem cálculo que devolva o texto. O que se faz é comparar o hash com hashes de textos conhecidos. Se o original for uma senha comum, ele aparece; se não, não há como saber.
Pelo tamanho em hexadecimal: MD5 tem 32 caracteres, SHA-1 tem 40, SHA-256 tem 64 e SHA-512 tem 128. O tamanho indica o tipo provável, mas não garante: NTLM também tem 32 e SHA3-256 também tem 64.
Não. Tudo, inclusive a lista de senhas, roda no seu navegador. A ferramenta não consulta serviços externos e não salva textos, hashes ou listas; só as opções escolhidas ficam neste navegador.
Porque são rápidos e sem sal: senhas comuns são descobertas em segundos comparando com listas. Para senhas, use Argon2id, bcrypt (custo 10 ou mais) ou scrypt, que são lentos de propósito e usam sal.
Na aba Gerar hash, arraste o arquivo e cole no campo de comparação o hash publicado pelo site (normalmente SHA-256). Se aparecer “Confere”, o arquivo é idêntico ao publicado.
Não. Ela só decodifica o cabeçalho e o conteúdo, que são Base64URL, e mostra as datas de emissão e vencimento. A assinatura só pode ser verificada por quem tem a chave, normalmente o servidor.

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